#agostininacopa: bola rolando na cozinha

Desde menino em gosto de Copa. Entre os 9 ou 10 anos, e até uns 16 ou 17, quando descobri as delícias das noites de sexta e sábado, eu sonhei em ser jornalista esportivo. Mas quando percebi que esses profissionais trabalhavam todos os domingos, eu comecei a achar a profissão a maior furada. Sonhava em cobrir uma Copa, porém.

Mas não foi por isso que resolvi fazer jornalismo. Fiz não sei bem as razões. Continuei sabendo que não queria ir para a área de esportes, pelas razões apresentadas, e minhas metas passaram a ser outras: escrever sobre viagens. E sobre comida.

Mas, das ambições juvenis, restou uma: cobrir uma Copa, mas basicamente sem escrever sobre futebol. Falando de comida. Achei que a Copa da Rússia era a ocasião para isso, e no domingo, vendo Brasil e Áustria, veia essa ideia de fazer esse série ao longo da competição: “As taças – e os garfos – do Mundo”.

Já que ninguém deve e a brilhante ideia de me mandar para cobrir uma Copa, desde 2002, quando comecei a trabalhar durante as Copas em redações, eu mesmo me incumbi dessa missão. Se tivesse pensado antes, talvez tivesse me programado para ir lá. Mas como não deu, vou fazer por aqui mesmo, com a agradável vantagem de se escrever de casa.

admin

Bruno Agostini é carioca, jornalista e fotógrafo. Especializado em turismo, gastronomia, vinhos e cervejas, viaja o mundo atrás de boas histórias, e da boa mesa. Com passagens por empresas como Jornal do Brasil, O Globo e Editora Abril, foi inspetor de restaurantes do Guia Quatro Rodas e é autor de livros, como guias de viagem, vinhos e restaurantes. Atualmente atua como freelancer, escrevendo para veículos especializados, entre jornais, sites e revistas, como Época Rio, Top Destinos, Carbono Uomo, Eatin’Out e Baco, entre outras. Contato: bagostini@gmail.com Instagram: @brunoagostinifoto

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