De Roma a Turim, passando por Florença, um passeio pelas tradições gastronômicas italianas

Entradinhas no Da Cesare, em Roma: flor de abobrinha frita recheada com mozzarella e alici; polpette de bollito com pesto de manjericão; croquete de berinjela all’arrabbiata – Foto de Bruno Agostini

Cantina, trattoria e bottega são elementos fundamentais da identidade italiana, bastiões culturais formados por ambientes pitorescos que servem a culinária típica, pratos carinhosos, carregados de histórias, simbolismos, tudo regado e vinhos, destilados e licores. Juntos, esses lugares formam o tripé da cozinha italiana, a base do receituário tradicional, das fornadas caseiras, um aconchego que remete à nonna e à mamma, listando um repertório de massas e conservas de arrancar suspiros. Espalhadas por todas as regiões do país, em formatos diversos, essas emblemáticas instituições da Itália, mais que guardiãs da gastronomia mais característica do país, também apresentam um curioso e atraente repertório decorativo, e que de certa forma dialogam com a comida servida nesses locais.

Em Roma, entre trattorias, enotecas e cantinas
Os cafés de Torino
– Negroni, panini e bisteca em Florença

admin

Bruno Agostini é carioca, jornalista e fotógrafo. Especializado em turismo, gastronomia, vinhos e cervejas, viaja o mundo atrás de boas histórias, e da boa mesa. Com passagens por empresas como Jornal do Brasil, O Globo e Editora Abril, foi inspetor de restaurantes do Guia Quatro Rodas e é autor de livros, como guias de viagem, vinhos e restaurantes. Atualmente atua como freelancer, escrevendo para veículos especializados, entre jornais, sites e revistas, como Época Rio, Top Destinos, Carbono Uomo, Eatin’Out e Baco, entre outras. Contato: bagostini@gmail.com Instagram: @brunoagostinifoto

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